O Grupo Pão de Açúcar ampara sua atuação por uma série de análises e procedimentos que têm por objetivo minimizar a vulnerabilidade de suas operações e o impacto de variáveis no desempenho do negócio.
Riscos Operacionais
O Grupo Pão de Açúcar enfrenta a alta competitividade do mercado varejista com alguns diferenciais: nacionalização dos processos de compra e gestão de categoria; estrutura multiformato; serviços e produtos adaptados às necessidades de cada público; marcas próprias, com ênfase para itens de maior valor agregado; qualidade de serviços; economia de escala; e ampla rede de distribuição.
Além de manter suas instalações e equipamentos cobertos por apólices de seguro, o Grupo Pão de Açúcar monitora permanentemente a situação de cada unidade, com rígido controle de todas as operações. A integridade física dos clientes e colaboradores que circulam pelas lojas é assegurada pelo departamento de Engenharia de Riscos, responsável por identificar possíveis situações de risco e gerenciar a prioridade de execução das ações de mitigação.
O domínio da tecnologia é um dos pilares do Grupo, que investe continuamente em atualização e modernização, buscando o máximo de retorno e controle das diversas operações que envolvem o negócio.
Financeiros
O risco de crédito do Grupo, que efetua vendas diretamente aos consumidores, é minimizado em função da grande carteira de clientes e de procedimentos de controles que monitoram a capacidade de pagamento dos consumidores. Além disso, com a criação da FIC – Financeira Itaú CBD, os riscos de crédito passaram a ser geridos pela nova empresa, que desenvolveu um modelo específico de análise e concessão. Os riscos da aceitação de cheques à vista e a prazo (pré-datados) é minimizado com a adoção de processos de segurança como: cadastramento prévio dos clientes e consultas on-line a serviços de informação.
Para recompor um capital de giro que sustente as operações de vendas a prazo aos consumidores, o Grupo cede parte desses recebíveis para o Pão de Açúcar Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC).
Para proteger suas captações de recursos em dólares, o Grupo utiliza contratos de swap para reais/CDI em 100% dessas operações, que são realizadas nos mesmos prazos dos fluxos das operações.
|