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CBD anuncia os resultados do 4º Trimestre de 2005
São Paulo, Brasil, 08 de março, 2006 - A Companhia Brasileira de Distribuição (CBD) – (BOVESPA: PCAR4; NYSE: CBD), anuncia os resultados do 4º trimestre e do ano de 2005. As informações operacionais e financeiras da Companhia, exceto onde estiver indicado de outra forma, são apresentadas com base em números consolidados e em Reais, conforme a Legislação Societária, assim como as comparações referem-se ao ano de 2004.
Principais Destaques
• Vendas brutas atingem R$ 4.522,1 milhões no 4º trimestre de 2005 e R$ 16.121,0 milhões no ano, com crescimentos de, respectivamente, 3,4% e 5,4% em relação a 2004;
• Margem bruta de 28,9% no 4º trimestre, acumulando 29,6% no ano de 2005, comparado a 29,2% no ano de 2004;
• EBITDA de R$ 312,4 milhões no 4º trimestre, com crescimento de 4,5% e margem de 8,3%. No ano, o EBITDA atingiu R$ 1.169,6 milhões, com crescimento de 12,0% e margem de 8,7% (8,3% em 2004);
• Lucro líquido de R$ 64,8 milhões no quarto trimestre e de R$ 257,0 milhões em 2005.
A Companhia Brasileira de Distribuição (CBD) é a maior empresa do setor varejista e opera 556 lojas em 15 estados do país. Atua sob três formatos: supermercados (Pão de Açúcar, CompreBem e Sendas), hipermercados (Extra) e lojas de produtos eletrônicos/eletrodomésticos (Extra-Eletro).
Comentários sobre Desempenho de Vendas
Em 2005, a CBD registrou crescimento de 5,4% nas vendas brutas, que encerraram o ano em R$ 16,1 bilhões ante os R$ 15,3 bilhões alcançados em 2004. As vendas líquidas somaram R$ 13,4 bilhões, um incremento de 6,8% em relação ao ano anterior. Os produtos alimentícios representaram 76,0% das vendas totais da Companhia, enquanto os produtos não alimentícios responderam pelos outros 24,0%. Atingimos em 2005 a marca de 523 milhões de transações, o que representou um crescimento de 1% em relação a 2004.
A performance de vendas da Companhia foi negativamente afetada por uma forte deflação de preços em diversas categorias, especialmente perecíveis e commodities, decorrente do excesso de oferta de determinados produtos e da apreciação do real frente ao dólar. Adicionalmente, verificamos uma menor renda disponível para a compra de alimentos, frente aos compromissos assumidos pelos consumidores na compra de bens duráveis (compras parceladas e empréstimos consignados). No gráfico abaixo, verificamos que após um forte 1º trimestre, período em que a Companhia registrou crescimento de 15,5%, as vendas desaceleraram nos três trimestres seguintes, em função dos fatores acima comentados.
Vendas Brutas Consolidadas

No conceito mesmas lojas, o crescimento nominal acumulado no ano foi de 2,6%, impulsionado pela boa performance registrada pelos produtos não-alimentícios que cresceram 12,5% no período. Os itens alimentícios apresentaram crescimento de 0,1%, sob forte impacto da deflação de produtos citada anteriormente e de um menor consumo de itens considerados supérfluos.
O destaque da análise do desempenho apresentado pelas Unidades de Negócios foi a forte recuperação verificada pela bandeira Sendas, fruto de uma maior competitividade de preços e dos investimentos promovidos na reforma das lojas e em publicidade.
Vendas Brutas Mesmas Lojas em Termos Nominais

Obs.: Valores de vendas mesmas lojas incluem apenas lojas com no mínimo 12 meses de operação.
Performance Operacional
Os comentários sobre a performance operacional a seguir, referem-se aos números consolidados da CBD, que refletem integralmente os resultados operacionais da Sendas Distribuidora (associação da CBD com a rede Sendas no Estado do Rio de Janeiro).
Margem bruta de 29,6% superior aos 29,2% reportados em 2004
Em 2005, a Companhia registrou um lucro bruto de R$ 3.975,3 milhões, o que representou um crescimento de 8,2% sobre o ano anterior. A margem bruta do período foi 29,6%, superior aos 29,2% registrados em 2004. A melhora da margem foi resultante da combinação de melhores negociações com fornecedores e avanços na gestão de preços da Companhia. No 4º trimestre, a CBD obteve um crescimento no lucro bruto de 5,4%, com margem de 28,9%, ligeiramente superior à margem de 28,8% reportada no mesmo período do ano anterior.
Durante 2005, a CBD realizou um profundo trabalho de revisão de processos, sistemas e modelo de gestão das suas atividades de compra e gestão de categorias. Além disso, ao longo do ano foram redefinidas as estratégias para todas categorias que compõem o mix de vendas da Companhia. Isso tudo foi realizado com o objetivo de aumentar a nossa eficiência nas negociações com nossos fornecedores, em sortimento, exposição dos produtos nas lojas, promoções e pricing. O ano de 2006 será o período em que estaremos implementando as ações e estratégias definidas em 2005 e esperamos com isso alcançar patamares mais elevados de competitividade e rentabilidade.
Lucro Bruto
Consolidado

Despesas Operacionais
As despesas operacionais de 2005 atingiram R$ 2.805,7 milhões, o que representou um crescimento de 6,7% sobre o ano anterior. O total de despesas do ano foi equivalente a 20,9% das vendas líquidas, mesmo patamar apresentado em 2004, a despeito do cenário retração de vendas e conseqüente menor diluição de despesas.
O destaque do ano ficou por conta do 4º trimestre, período em a Companhia registrou um total de despesas operacionais sobre vendas líquidas de 20,6%, patamar praticamente estável em relação ao ano anterior (20,5%), mesmo diante de despesas adicionais de aluguéis no montante de R$29 milhões (originadas pelo arrendamento de 60 lojas vendidas ao Grupo Diniz), reajustes de salários em Setembro e despesas administrativas não recorrentes com projetos de reestruturação.
Vale destacar que em 2005 a Companhia iniciou a implantação de uma série de projetos estruturados que visam reduzir as despesas operacionais. Entre as principais iniciativas, destacamos: i) orçamento base zero e gestão matricial de despesas; ii) criação de uma central de serviços compartilhados; iii) criação da área que passa a centralizar a compra de produtos e serviços não destinados à venda; iv) mapeamento de benchmarks internos de produtividade em lojas de supermercados para posterior disseminação de melhores práticas e v) cancelamento dos contratos com agências externas de marketing. Essas e outras iniciativas terão a sua implementação concluída em 2006, visando fortalecer ainda mais a CBD e criar as condições necessárias para aumento da nossa competitividade com rentabilidade.
EBITDA cresce 12,0% em 2005, com margem de 8,7%
Diante do aumento da margem bruta comentado anteriormente e da manutenção das despesas operacionais sobre vendas líquidas, a Companhia registrou um crescimento no seu EBITDA de 12,0%, com margem de 8,7% (margem de 8,3% em 2004). Como podemos observar no gráfico a seguir, em 2005 a Companhia obteve a sua maior margem EBITDA desde a sua abertura de capital em 1995:
EBITDA Consolidado

No 4º trimestre, a Companhia obteve um EBITDA de R$ 312,4 milhões, o que representou um aumento de 4,5% sobre o mesmo trimestre de 2004. A margem EBITDA foi de 8,3%, mesmo patamar registrado no 4º trimestre de 2004.
Depreciação
A Companhia antecipou o reconhecimento dos efeitos da Norma Brasileira de Contabilidade (NBC) T 19.5, que, entre outros, determina algumas mudanças nos critérios de amortização de benfeitorias em imóveis de terceiros. Desta forma, a partir de 2005, a Companhia passou a registrar a amortização de benfeitorias em imóveis de terceiros de acordo com os limites contratuais de expiração dos arrendamentos, deixando de levar em consideração a expectativa quanto às renovações destes contratos. A adoção desta medida gerou uma depreciação adicional de R$ 86,5 milhões contabilizada no 4º trimestre.
Equivalência Patrimonial
Para a FIC, 2005 seu ano de instalação foi um ano de crescimento, ocupação de espaço nas lojas e com os clientes da CBD e atingimento de participação relevante nas vendas do Grupo. A FIC encerrou o ano com a superação das metas estabelecidas para o período.
Durante o ano, foram instaladas 308 unidades da FIC nas lojas, um incremento de 97% em relação à meta inicial de encerrar o ano com 156 pontos em operação. Os produtos da FIC atingiram em dezembro 14% das vendas da CBD.
O número de clientes nos diversos produtos financeiros superou a marca de quatro milhões. Essa oferta expressiva foi priorizada para permitir à FIC construir uma carteira representativa que será trabalhada nos próximos anos. Um dos destaques do ano foi o desempenho apresentado por serviços importantes comercializados pela FIC como seguros, garantia estendida e especialmente o CDC - Crédito Direto ao Consumidor, que aumentou significativamente a sua participação na venda da Companhia a partir do 2º trimestre. A partir de 2006, o produto empréstimo pessoal também passa a ser oferecido aos clientes.
Conforme era esperado, no primeiro ano de operação a FIC apresentou um prejuízo líquido no valor de R$ 32,4 milhões, gerando para a CBD uma equivalência patrimonial negativa de R$ 16,2 milhões (R$ 4,0 milhões negativa no 4º trimestre). Para o segundo ano de operações, esperamos resultados ainda negativos, declinantes ao longo do período, com o ano de 2007 já apresentando resultados acima do break even.
Participação de Minoritários: Sendas Distribuidora
No seu segundo ano de operação, a Sendas Distribuidora apresentou vendas brutas de R$ 3.329,1 milhões e vendas líquidas de R$ 2.866,6 milhões, com taxas de crescimento sobre 2004 de, respectivamente, 10,3% e 11,4%. A margem EBITDA de 2005 foi de 5,4%, superior à margem de 4,5% reportada em 2004. A margem EBITDA do 4º trimestre foi de 5,3%, versus 5,0% no mesmo trimestre do ano anterior.
A melhora na performance de Sendas Distribuidora ocorreu, principalmente, em função de uma recuperação de vendas mesmas lojas a partir do 2O semestre, refletindo uma maior competitividade de preços, bem como os investimentos realizados em reformas de lojas e na comunicação com os clientes. Apesar do crescimento da margem EBITDA, Sendas Distribuidora ainda foi fortemente impactada por elevadas despesas financeiras líquidas no montante de R$ 149,9 milhões. O resultado de participações de minoritários para a CBD foi de R$ 64,2 milhões (R$ 43,2 milhões em 2004).
Resultado Financeiro
As despesas financeiras de 2005 foram de R$ 683,5 milhões, 10,6% superiores às do ano anterior, refletindo uma taxa de juros média maior do que a de 2004, e seu impacto na dívida e nas provisões para contingências da Companhia. As receitas financeiras do ano totalizaram R$ 446,7 milhões, um crescimento de 35,3% sobre 2004, tendo como principal alavanca maiores receitas com a aplicação do caixa. A despesa financeira líquida de 2005 foi de R$ 236,8 milhões, inferior aos R$ 288,0 milhões reportados em 2004.
No 4º trimestre, a despesa financeira líquida totalizou R$ 44,9 milhões, versus uma despesa líquida de R$ 70,7 milhões no mesmo período de 2004. O resultado financeiro do 4º trimestre foi impactado pela transferência da operação de crediário para a FIC e por um elevado volume de vendas parceladas no cartão de crédito sem cobrança de juros.
Lucro Operacional Ajustado foi 49,1% superior ao de 2004
Em 2005, o lucro operacional (resultado antes do não operacional, participações de minoritários e imposto de renda) foi de R$ 228,1 milhões, acima dos R$ 211,1 milhões reportados em 2004. Excluindo-se o efeito da depreciação adicional de R$ 86,5 milhões comentado anteriormente, o resultado foi de R$ 314,7 milhões, 49,1% superior ao registrado no ano anterior. O resultado operacional do 4º trimestre, excluindo-se a depreciação adicional, foi de R$ 102,1 milhões, 39,7% superior ao de 2004.
Resultado não Operacional
O resultado não operacional de 2005 foi positivo em R$ 32,1 milhões, decorrente dos seguintes eventos principais: i) receita líquida de R$ 38,1 milhões (4º trimestre), proveniente de ganhos com a associação com o Itáu (FIC); ii) resultado líquido de R$ 11,4 milhões (4º trimestre), derivado da venda de imóveis para o Grupo Diniz por um montante acima do valor contábil e iii) baixa de imobilizado relativo ao fechamento de lojas ocorrido no ano.
Lucro Líquido
O lucro líquido do exercício foi de R$ 257,0 milhões, inferior ao lucro de R$ 369,8 milhões reportado em 2004. A comparabilidade entre o lucro líquido de 2005 e o de 2004 fica distorcida em função dos fatores acima comentados e da diferença na linha de imposto de renda entre os dois anos.
No quarto trimestre de 2005, a CBD reportou lucro líquido de R$ 64,8 milhões, versus um lucro líquido de R$ 112,7 milhões em 2004. A comparação entre os dois trimestres também fica prejudicada pelos eventos acima mencionados.
Dividendos Propostos
Em 31 de dezembro de 2005, a administração propôs, para deliberação da Assembléia Geral Ordinária - AGO, dividendos no montante de R$ 62,1 milhões.
O valor a ser pago será de R$ 0,51689 por lote de mil ações ordinárias e R$ 0,56857 por lote de mil ações preferências.
Investimentos
O montante investido pela CBD em 2005 – R$ 842,3 milhões – foi direcionado principalmente à abertura de novas lojas e à reforma das 60 lojas Sendas, que foram totalmente reformuladas e adaptadas ao padrão da Companhia. Outra parcela dos investimentos foi destinada à antecipação da compra de terrenos estratégicos que farão face ao Plano de Investimentos da Companhia para os próximos dois anos.
Os investimentos realizados no ano ficaram divididos da seguinte maneira:
• R$ 369,8 milhões para a reforma e atualização das lojas;
• R$ 389,3 milhões para a abertura de novas lojas e aquisição de terrenos estratégicos;
• R$ 83,2 milhões em infra-estrutura (tecnologia, logística e outros).
O crescimento orgânico registrado em 2005 foi expressivo, com a inauguração de sete hipermercados Extra e 8 supermercados: sete Pão de Açúcar e um CompreBem. Foram inaugurados ainda oito postos de combustíveis e 42 drogarias. Outro destaque foi a aquisição da rede Coopercitrus, localizada no interior centro-oeste do Estado de São Paulo, com faturamento bruto de R$ 154 milhões em 2004. As seis lojas e três postos de combustíveis foram convertidos para CompreBem.
Além da reforma e atualização das lojas Sendas, também foi feita a virada de 12 lojas Pão de Açúcar para a bandeira CompreBem. Os investimentos em tecnologia da informação e logística foram direcionados para, respectivamente, a troca de equipamentos e softwares e atualizações e reformas nos Centros de Distribuição.
Demonstração do Resultado Consolidado em Legislação Societária (R$ mil)


Obs.: Em atendimento à Instrução no 408/2004 da CVM, a Companhia está consolidando as informações financeiras da Pão de Açúcar Fundo de Investimento em Direitos Creditórios.
Balanço Patrimonial Consolidado em Legislação Societária (R$ mil)


Obs.: Em atendimento à Instrução no 408/2004 da CVM, a Companhia está consolidando as informações financeiras da Pão de
Açúcar Fundo de Investimento em Direitos Creditórios.
Segmentação de Vendas Brutas por Formato (R$ mil)

Segmentação de Vendas Líquidas por Formato (R$ mil)

* Lojas com a bandeira Sendas que fazem parte da Sendas Distribuidora S/A
Composição de Vendas Líquidas (% sobre Vendas Líquidas)

Dados por Formato em 31 de dezembro de 2005

Movimentação de Lojas por Formato

Índices de Produtividade (em R$ - nominais)
Vendas Brutas por m2/mês

Vendas Brutas por Funcionário/mês

Ticket Médio - Vendas Brutas

Vendas Brutas por Checkout/mês

* Os dados referentes a área de vendas, funcionários e checkouts foram calculados baseado em valores médios proporcionais ao período em que as lojas estiveram abertas.
Relacionamento com Auditores Independentes
Em conformidade com a Instrução CVM no. 381, a empresa de auditoria Ernst & Young Auditores Independentes S/S não prestou serviços não relacionados à auditoria externa em patamares superiores a 5% do total de seus honorários de auditoria de demonstrações financeiras.
A política da Companhia na contratação de serviços não-relacionados à auditoria externa com seus auditores independentes está fundamentada em princípios que preservam a independência desses profissionais. Esses princípios, que seguem diretrizes locais e internacionalmente aceitas, consistem em: (a) o auditor não deve auditar o seu próprio trabalho, (b) o auditor não deve exercer funções gerenciais no seu cliente e (c) o auditor não deve promover os interesses de seu cliente.
Teleconferência de Resultados do 4º trimestre e do ano de 2005
A CBD realizará as teleconferências de divulgação dos resultados do 4º trimestre e do ano de 2005 na sexta-feira, 10 de março de 2006.
Teleconferência Local
às 11:00h (horário de Brasília); 9:00h (ET USA). Para a inscrição, favor ligar alguns minutos antes do início da teleconferência para o telefone (55 11) 2101-1490, Código: CBD. Webcast disponível no site www.cbd-ri.com.br. O Replay poderá ser ouvido após o término da Teleconferência através do telefone (55 11) 2101-1490, Código: CBD
Teleconferência Internacional
às 12:00h (horário de Brasília); 10:00h (ET USA). Para a inscrição, favor ligar alguns minutos antes do início da teleconferência para o telefone (+1 973) 935-2401. O código é: CBD ou 7038825. Webcast disponível no site www.cbd-ri.com.br/eng. O Replay poderá ser ouvido após o término da Teleconferência através do telefone (+1 973) 341-3080. O código é 7038825.
Companhia Brasileira de Distribuição
Fernando Tracanella
Diretor de Relações com Investidores
Daniela Sabbag
Coordenadora
Fone: 55 (11) 3886.0421 Fax: 55 (11) 3884.2677
Email: cbd.ri@paodeacucar.com.br
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MZ Consult
Tereza Kaneta
Fone: 55 (11) 5509.3772
Email: tereza.kaneta@mz-ir.com |
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Declarações contidas neste comunicado relativo à perspectiva dos negócios da Companhia, projeções de resultados operacionais e financeiros, e relativas ao potencial de crescimento da Companhia, constituem-se em meras previsões e foram baseadas nas expectativas da Administração em relação ao futuro da Companhia. Estas expectativas são altamente dependentes de mudanças no mercado, no desempenho econômico geral do Brasil, na indústria e nos mercados internacionais, portanto estão sujeitas à mudança. |