Vendas brutas crescem 4,8% e totalizam R$ 1.478,3 milhões em novembro
São Paulo, Brasil, 13 de dezembro de 2007. O Grupo Pão de Açúcar [NYSE: CBD; BOVESPA: PCAR4 (PN)] anuncia a performance das vendas de novembro de 2007 (preliminares não-auditadas). As informações apresentadas a seguir foram calculadas com base em números consolidados e em Reais, de acordo com a Legislação Societária vigente.
As vendas brutas do Grupo Pão de Açúcar totalizaram R$ 1.478,3 milhões em novembro, um crescimento de 4,8% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Já as vendas líquidas registraram incremento de 5,1%, totalizando R$ 1.246,9 milhões.
O desempenho de vendas do Grupo segue sendo influenciado pela política de revisão de ofertas implantada, que visa re-equilibrar o mix entre ofertas e preços regulares, em busca de clientes que agreguem maior rentabilidade à Companhia.
A bandeira Pão de Açúcar voltou a apresentar crescimento acima da média da Companhia e foi o destaque de vendas no mês de novembro, confirmando a performance positiva no conceito ‘mesmas lojas’ registrada nos últimos quatro trimestres.
No conceito 'mesmas lojas', as vendas brutas cresceram 0,4% e as líquidas 0,8%. As vendas de produtos alimentícios registraram variação positiva de 0,4%, com destaque para a categoria de perecíveis, que apresentou crescimento de 1,2% no período.
A performance da sub-categoria de eletrônicos influenciou as vendas de não alimentos que registrou variação negativa de 0,3% em novembro, apresentando, entretanto, recuperação em relação ao mês de outubro, quando foi registrada uma redução de 4,7% nas vendas. No mês, vale destacar o desempenho positivo da categoria bazar (Mundo Casa) que tem apresentado crescimentos significativos.
Performance de Vendas Brutas (termos nominais)

Obs: As vendas no conceito 'mesmas lojas' incluem lojas com no mínimo 12 meses de operação
* Crescimento médio Mar/Abr de 4,5%.
Declarações contidas neste comunicado relativo à perspectiva dos negócios da Companhia, projeções de resultados operacionais e financeiros e relativas ao potencial de crescimento da Empresa, constituem-se em meras previsões e foram baseadas nas expectativas da Administração em relação ao futuro da Companhia. Estas expectativas são altamente dependentes de mudanças do mercado, do desempenho econômico geral do Brasil, da indústria e dos mercados internacionais e, portanto, estão sujeitas a mudanças. |