Vendas brutas ‘mesmas lojas’ crescem 13,9%
São Paulo, Brasil, 13 de Novembro de 2008. O Grupo Pão de Açúcar [NYSE: CBD; BOVESPA: PCAR4 (PN)] anuncia a performance das vendas de Outubro de 2008 (preliminares não-auditadas). As informações apresentadas a seguir foram calculadas com base em números consolidados e em Reais, de acordo com a Legislação Societária vigente.
Em Outubro, as vendas brutas do Grupo totalizaram R$ 1.754,0 milhões e as vendas líquidas R$ 1.528,5 milhões. As taxas de crescimento atingiram 25,2% e 29,2% respectivamente, em relação ao ano anterior.
No conceito ' mesmas lojas', o crescimento das vendas brutas foi de 13,9% e das vendas líquidas de 17,4%. Ainda nesse mesmo conceito, as categorias de produtos alimentícios apresentaram uma progressão total de 12,1% e as categorias de produtos não alimentícios apresentaram, mais uma vez, um forte crescimento, atingindo 19,3%. Dentre os produtos não alimentícios destaca-se novamente a subcategoria de produtos eletro-eletrônicos, que apresentou um incremento de dois dígitos e acima da média da Companhia.
O forte crescimento apresentado pela Companhia está baseado em uma consistente política de “pricing” adotada e que tem resultado em níveis de competitividade muito agressivos em cada bandeira e região. A manutenção dessa política vem provocando um crescimento sustentável acompanhado de um incremento no tráfego de clientes (market share), aumento de volume e também do ticket médio.
Os destaques do mês foram as bandeiras Extra, Extra-Eletro e Extra Fácil, que apresentaram crescimentos acima da média da Companhia.
Performance de Vendas Brutas (termos nominais)

Obs: As vendas no conceito 'mesmas lojas' incluem lojas com no mínimo 12 meses de operação.
Desde novembro de 2007, o conceito 'todas lojas' inclui as vendas das lojas Assai.
Declarações contidas neste comunicado relativo à perspectiva dos negócios da Companhia, projeções de resultados operacionais e financeiros e relativas ao potencial de crescimento da Empresa, constituem-se em meras previsões e foram baseadas nas expectativas da Administração em relação ao futuro da Companhia. Estas expectativas são altamente dependentes de mudanças do mercado, do desempenho econômico geral do Brasil, da indústria e dos mercados internacionais e, portanto, estão sujeitas a mudanças. |